Imagem gerada por IA.

Florianópolis, 20 de abril de 2026 – Um levantamento da empresa de monitoramento Verisure, realizado com 500 adultos de todas as regiões do Brasil, colocou Santa Catarina como um dos estados mais bem avaliados por quem quer ou planeja morar sozinho em 2026. O estado aparece ao lado de Rio Grande do Sul e Minas Gerais entre os destinos com melhor percepção de segurança para esse perfil de morador. A segurança é o fator que mais pesa tanto na rotina de quem já mora sozinho quanto na decisão de para onde se mudar.

Dentro do próprio estado, São Bento do Sul lidera o ranking das cidades catarinenses mais seguras, seguida por Palhoça, Biguaçu, Blumenau, Concórdia, Jaraguá do Sul, Florianópolis, Joinville, Brusque e Criciúma. Além da percepção de segurança, os entrevistados apontaram como atributos relevantes de Santa Catarina o custo de vida, o clima, as opções de lazer e as oportunidades de trabalho e estudo — fatores que, combinados, constroem a imagem de um estado que oferece condições confortáveis para quem escolhe viver de forma independente.

Uma tendência nacional — e SC no centro dela

Os dados sobre o comportamento dos entrevistados revelam uma tendência que não é exclusiva de Santa Catarina: morar sozinho virou realidade crescente no Brasil. O IBGE já havia registrado aumento de 52% no número de pessoas vivendo por conta própria em um intervalo de 12 anos. Na pesquisa da Verisure, seis em cada dez participantes disseram morar ou já ter morado sozinhos. Outros 14,4% pretendem fazê-lo no futuro. Entre os motivos, privacidade aparece em primeiro lugar, citada por 59,2%, seguida por autonomia na rotina (49%) e melhoria na qualidade de vida (33,6%).

O impacto na escolha de onde viver

Sessenta por cento dos entrevistados afirmaram considerar se mudar para outro estado no futuro — e, nesse movimento, a segurança é critério central de escolha. Santa Catarina se beneficia diretamente dessa tendência: é um dos poucos estados que reúne, na percepção dos brasileiros, segurança pública acima da média nacional e um conjunto de condições de vida que fazem diferença na prática cotidiana. A pesquisa ouviu 500 adultos com mais de 18 anos, residentes em todas as regiões do país, com margem de erro de 3,3 pontos percentuais e índice de confiabilidade de 95%.