Florianópolis, 12 de janeiro de 2026 – O espírito empreendedor catarinense nunca esteve tão vivo e pulsante. O estado registrou um crescimento robusto de 13% na abertura de novos negócios no último ano, atingindo o maior patamar de sua história econômica. O dado, compilado pela Junta Comercial (Jucesc), é o reflexo direto de uma política agressiva de desburocratização e de um ambiente jurídico seguro que transformou Santa Catarina em um ímã para investimentos.

Embora o “corredor tecnológico” formado por Florianópolis, Joinville e Blumenau continue liderando o ranking, impulsionado pelo setor de serviços e TI, o fenômeno do empreendedorismo se espalhou pelo interior. Cidades do Oeste e do Sul do estado viram surgir um ecossistema vibrante de agritechs (startups focadas no campo) e pequenas indústrias de transformação. A facilidade do processo digital, que hoje permite a abertura de um CNPJ em poucas horas via smartphone, democratizou o acesso ao mundo dos negócios, permitindo que ideias saíssem do papel em tempo recorde.

Um dado ainda mais animador, que qualifica esse crescimento, é o aumento na taxa de sobrevida desses novos empreendimentos. Ao contrário de ciclos anteriores, onde muitas empresas fechavam no primeiro ano, a “mortalidade infantil” dos negócios em SC caiu drasticamente. Isso se deve a parcerias estratégicas com entidades como o SEBRAE e a FAMPESC, que intensificaram consultorias de gestão financeira, marketing digital e planejamento estratégico. O novo empresário catarinense chega ao mercado mais preparado, profissionalizado e com acesso facilitado a linhas de microcrédito estaduais.

Esse boom de novos CNPJs gera um efeito cascata positivo: traduz-se diretamente em emprego, renda e arrecadação, sem a necessidade de aumento de impostos. Santa Catarina reafirma sua posição como o estado com maior liberdade econômica do país, provando que, quando o governo atrapalha menos e apoia mais, quem quer trabalhar encontra solo fértil para prosperar.

Fonte da informação: scempauta.com.br