Florianópolis, 21 de janeiro de 2026 – O ano começa com a agenda cheia e o sinal de alerta ligado para os mais de 600 mil Microempreendedores Individuais (MEIs) de Santa Catarina. Janeiro é o mês limite para a regularização de pendências financeiras vitais para a sobrevivência do negócio. O foco principal é a quitação ou parcelamento de dívidas ativas para evitar a exclusão do regime Simples Nacional, o que aumentaria drasticamente a carga tributária e a burocracia para os pequenos negócios.
Além da corrida para pagar a guia DAS, os empreendedores devem ficar atentos à Declaração Anual de Faturamento (DASN-SIMEI), cujo prazo de envio já está aberto. A novidade deste ano, que tem gerado dúvidas, é a consolidação das novas regras para emissão de notas fiscais de serviço (NFS-e). O sistema agora é 100% unificado no padrão nacional, exigindo que quem ainda utilizava sistemas municipais antigos ou blocos de papel faça a migração digital imediata para não operar na ilegalidade.
A regularidade fiscal não é apenas uma questão de evitar multas, mas de garantir direitos. Estar em dia é pré-requisito para manter benefícios previdenciários fundamentais, como auxílio-doença, salário-maternidade e aposentadoria. Para muitos empreendedores autônomos de SC, o MEI é a única rede de proteção social, tornando a inadimplência um risco pessoal além de empresarial.
Diante desse cenário, o Sebrae/SC montou uma verdadeira força-tarefa para orientar os MEIs durante este mês. A entidade está oferecendo consultorias gratuitas e workshops para auxiliar no preenchimento das declarações e no planejamento financeiro. O objetivo é evitar a mortalidade das empresas e garantir que os pequenos negócios, que são a base da pirâmide econômica do estado, comecem 2026 no azul e prontos para crescer.
Fonte da informação: engeplus.com.br


